Pela primeira vez no Brasil, mães de dependentes de drogas se unem para reivindicar Internação Involuntária nos hospitais de suas cidades para dependentes, que já colocam em risco suas vidas e a de terceiros. São mães de 12 Estados – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Bahia, Goiás, Rio Grande do Sul, Paraná, Pará, Alagoas, Ceará, Roraima e do Distrito Federal. Elas participaram do Movimento “MÃES UNIDAS”, criado no início do mês por Roberto e Renata Brunelli, da FEBRACI, e que já tem o apoio do Governo Federal, de duas grandes entidades de famílias no país e de veículos de comunicação, apoiam o “MÃES UNIDAS”:
- O Vice-Presidente da Federação de Amor-Exigente, Miguel Tortorelli, Federação que orienta e assiste um milhão e 200 mil famílias de dependentes, por ano, no país; - A Pastoral da Sobriedade; - O Secretário Nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas, do Ministério da Cidadania, Psiquiatria Quirino Cordeiro Junior; - A Secretária Nacional da Família, Dra. Ângela Granda, do Ministério da Mulher e dos Direitos Humanos;
- Eu apoio como Editoria do Diário Antidrogas e também Editoria “Metrópole em Foco contra as Drogas”, da Rádio Trianon AM – Roberto e Renata Brunelli são da FEBRACI – Federação Brasileira das Clínicas Especializadas em Dependência Química. Roberto criou a FEBRACI em 2013, em Santa Rosa do Viterbo, cidade paulista a 298 quilômetros da capital e Renata é a Presidente. No “MÃES UNIDAS”, Roberto e Renata defendem que Prefeitos cumpram a Lei Federal 13.840/2019, que determina em seu artigo 23-A: “II - Internação involuntária: aquela que se dá, sem o consentimento do dependente, a pedido de familiar ou do responsável legal ou, na absoluta falta deste, de servidor público da área de saúde, da assistência social ou dos órgãos públicos integrantes do Sisnad, com exceção de servidores da área de segurança pública, que constate a existência de motivos que justifiquem a medida. Internação que deverá ser obrigatoriamente autorizada por médico devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina - CRM do Estado onde se localize o estabelecimento no qual se dará a internação.” "A internação involuntária salva vidas", afirma a senhora Maria Elisa Oliveira, mãe do Rio Grande do Sul, que está com filho internado e participa do movimento "MÃES UNIDAS". “A internação involuntária é importante justamente porque o adicto, quando está em uso, não aceita nenhum tratamento ou ajuda e é justamente esse o momento que mais precisa. Graças à Internação involuntária é possível iniciar o tratamento de reabilitação e, muitas vezes, salvar a vida do adicto que vive às margens da sociedade, correndo todo risco”. Mãe de Dependente de Droga sua participação é muito importante para garantir o melhor tratamento para esta doença ainda sem vagas para tratamento no país. Participe pelo whatsapp 16 99160-9798 Por. Izilda Alves e Miguel Tortorelli
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