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Uma projeção inédita sobre a eleição para deputado estadual em São Paulo em 2026 mostra um quadro de forte equilíbrio e fragmentação. O levantamento, assinado pelo analista político Renato Martins, estima como deve ficar a divisão das 94 vagas da Alesp - Assembleia Legislativa de São Paulo.
O estudo leva em conta análises políticas, desempenho atual dos nomes citados, cenários eleitorais e força das máquinas partidárias. Não é resultado oficial, é uma projeção.
O cenário geral
O levantamento confirma a polarização nacional refletida em São Paulo, mas com peso grande do centro e centro-direita:
* PL – 16 a 19 vagas: Lidera isolado junto com a federação de esquerda como maior bancada. • Federação PT / PCdoB / PV – 16 a 19 vagas: Mantém força histórica na capital e região metropolitana. • PSD – 10 a 12 vagas: Aparece como fiel da balança e terceira força. • REPUBLICANOS – 7 a 8 vagas • PODEMOS – 6 a 7 vagas • UNIÃO BRASIL – 6 a 7 vagas • MDB – 6 a 7 vagas • PSOL / REDE – 4 a 5 vagas • PROGRESSISTAS (PP) – 3 vagas • PSB – 2 a 3 vagas • PSDB / CIDADANIA – 2 vagas • NOVO – 1 vaga • MISSÃO – 1 vaga • PRD / SOLIDARIEDADE – 1 vaga
Somadas as projeções máximas, o quadro fecha nas 94 cadeiras em disputa.
Quem são os nomes com maior chance, por partido
PL (16 a 19 vagas)
Rodrigo Ashushi, Bruno Zambelli, Conte Lopes, Marcos Damasio, Eduarda Campopiano, Lucas Bove, Letícia Aguiar, Tenente Coimbra, Rodrigo Moraes, Ricardo Madalena, Giovani Sanches, Valeria Bolsonaro, Danilo Balas, Sônya Fernandes, Thiago Auricchio, Delegado Graciela, Oséias de Madureira e Paulo Mansur. Na disputa direta pela última vaga: Marcelo Aguiar, Delegado Romani e Tenente Bahia.
PT / PCdoB / PV (16 a 19 vagas)
Eduardo Suplicy, Professora Bebel, Emidio de Souza, Maurici, Thainara Faria, Ana Perugini, Donato, Marcolino, Beth Sayão, Jorge do Carmo, Luiz Marcolino, Enio Tatto, Paulo Fiorilo, Marcia Lia, Teonilio Barba, Leonardo Gradini, Reis e Leci Brandão.
PSD (10 a 12 vagas)
Mara Gabrilli, Carla Morando, Marta Costa, Rogério Nogueira, Analice Fernandes, Maria Lucia Amary, Dirceu Dalben, Marcio Nakashima, Mauro Bragato, Rita Passos, Barros Munhoz, Delegada Raquel e Clovis Volpi. Disputam a vaga restante: Goulart, Coronel Helena, Ricardo Tripoli e Thammy Miranda.
REPUBLICANOS (7 a 8 vagas)
Bruna Furlan, Edna Macedo, Gilmaci Santos, Jorge Wilson, Rui Alves, Sebastião Santos, Ely Santos, Paulo Correa Jr e Danilo Campetti.
PODEMOS (6 a 7 vagas)
Clarice Ganem, Fabio Faria de Sá, Rogério Lins, Ricardo França, Vitão do Cachorrão e Kaka do Autismo. Na briga pela última cadeira: Dr. Edson da Paiol, Leandro Basson e Delegado Diogenes.
UNIÃO BRASIL (6 a 7 vagas)
Alexandre Leite, Daniel Soares, Rafael Saraiva, Felipe Franco, Rafa Zimbaldi, Solange Freitas, Edson Giriboni e Camila Godoy. Disputam a última vaga: Delegada Maria Corsato, João Donizete (Manga) e Marlon Luz.
MDB (6 a 7 vagas)
Regina Nunes, Itamar Borges, Caruso, Léo Oliveira, Eduardo Nóbrega, André Bueno e Marcos Zerbini. Na disputa: Sandra Santana, Reinaldo Alguz e Julinho Casares.
PSOL / REDE (4 a 5 vagas)
Luiza Erundina, Carlos Giannazi, Ediane Maria, Paula da Bancada Feminista e Monica das Pretas.
PROGRESSISTAS - 3 vagas: Delegado Olim, Capitão Telhada e Danilo Joan.
PSB - 2 a 3 vagas: Caio França, Marina Bragante e Vanessa Ziotti.
PSDB / CIDADANIA - 2 vagas: Ana Carolina Serra e Dra. Damaris Moura.
NOVO - 1 vaga: Henrique Krigner e Gerson Pires aparecem na disputa.
MISSÃO - 1 vaga: Renato Battista.
PRD / SOLIDARIEDADE - 1 vaga: Atila Jacomussi, Ed Thomas e Carol Biotto.
O que a projeção revela
Três leituras principais:
1. Direita conservadora mantém capilaridade: PL e Republicanos somados podem chegar a 27 cadeiras, com nomes ligados à segurança pública e ao bolsonarismo com forte presença no interior.
2. Esquerda resiste na federação: A federação Brasil da Esperança segue competitiva para ser a maior bancada, puxada por nomes tradicionais como Eduardo Suplicy e Luiza Erundina, além de quadros do interior.
3. Centro decide a governabilidade: PSD, MDB, Podemos e União Brasil juntos somam de 28 a 33 vagas. Quem vencer o governo do Estado em 2026 precisará desses partidos para governar a Alesp.
Aviso metodológico: Conforme o próprio documento, "Esta é uma projeção baseada em análises políticas, cenários eleitorais e desempenho atual dos nomes citados. Os resultados podem sofrer alterações até a eleição de 2026."
Análise e previsão: Renato Martins – Analista Político | 27/09/2026
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