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Domingo, 27 de Setembro 2026
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Brasil tem um presidente louco no poder

Bolsonaro considera mais importante trabalhadores morrendo iguais moscas em vez de apostar na prevenção

Redação
Por Redação
Brasil tem um presidente louco no poder
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O presidente Bolsonaro deu provas suficientes nesta terça-feira (24) de que não tem mais condições de continuar no cargo de dirigir esta nação. Ignorou todas as regras do bom senso.  Como pode chamar, em tom de chacota, uma doença contagiosa que já provocou  18.259 mortes no mundo?

Ironizou as autoridades médicas dizendo, baseado na sua burrice, de que não é preciso isolamento. As pessoas podem voltar ao trabalho, porque do contrário a economia brasileira vai quebrar. Bolsonaro considera mais importante trabalhadores morrendo iguais moscas em vez de apostar na prevenção.

Queridos

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De tabela chamou de incompetentes todas as nações da Europa, aonde o coronavírus já provocou inúmeras vítimas fatais. A cegueira de Bolsonaro o impede de ver que essa doença contagiosa é mortal. Que o digam as 48 famílias que sepultaram seus entes queridos em São Paulo e as quase 7 mil que não tiveram direito de enterrar os seus mortos, por causa do risco de contaminação.

Nem o então presidente Fernando Collor, que renunciou em 1992, era tão maluco quanto Bolsonaro. A diferença é que foi uma perua Elba o estopim para queda de Collor, e a de Bolsonaro será sua língua grande. Fala demais, principalmente muita besteira. É despreparado para o cargo de presidente da República.

Mortal

Nunca cursou uma faculdade de Medicina, não sabe a rotina dos profissionais de Saúde, o dano mortal que uma doença contagiosa provoca ao organismo. De onde ele tirou que coronavírus é uma “gripezinha”.  É tão insignificante, que vários membros da comitiva que viajou com ele aos Estados Unidos, contraíram a doença e estão de quarentena.

Não morro de amores pelo governador Joao Doria (PSDB/SP), mas bater boca com ele numa videoconferência não foi falta de educação, mas atestado de ignorância. O isolamento pelo qual São Paulo passa é para preservar vidas. É doloroso para empresários e funcionários. Porque conta não tira férias ou tem compaixão de alguém.

Itamar Franco

Não sou adivinho, porém pelos meus 33 anos de jornalismo, percebo que Bolsonaro começou a abrir sua própria sepultura. Ou seja, a morte política. Nesta terça-feira (24), ele deu início à despedida do cargo que jamais deveria ser ocupado por alguém tão incompetente.

Para quem sabe ler, pingo é letra. O vice Mourão, logo vai assumir a presidência, assim como ocorreu com Itamar Franco, após Fernando Collor renunciar em 1992. O Brasil não merece continuar governado por um maluco. O melhor lugar para Bolsonaro é no hospício. Mesmo ali, vai arrumar encrenca até com o vento. Infelizmente.

 

FONTE/CRÉDITOS: Luís Alberto Alves, jornalista e ex-diretor da ABI (Associação Brasileira de Imprensa)

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