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Quarta-feira, 29 de Abril de 2026
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O golpe musical chamado Mary Jane Girls

Como o efeito da maconha que logo acaba (o nome Mary Jane é uma alusão à marijuana)

Redação
Por Redação
O golpe musical chamado Mary Jane Girls
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Quem curtiu os bailes de Black Music na década de 1980 se lembra do grupo feminino The Mary Jane Girls. Elas cantavam ou tentavam, melhor dizendo, interpretar hits de Funk dos Estados Unidos, Soul Music, R&B (Blues de rua) e Disco Dance. Suas canções mais conhecidas foram "Candyman", "In My House", "All Night Long". A que fez mais sucesso nas mãos dos DJs da Chic Show e demais equipes de som foi a  balada  "Hurting on The Inside".
 
Para suprir as deficiências vocais, Candice Ghant, Joanne Mcduff, Cheryl Bailey (de meias vermelhas) e Kimberly Wuletich abusavam de coreografias sensuais. Elas faziam backing vocal para Rick James, responsável na época por milhões de discos vendidos na Motown Records, a fábrica de sucessos de Detroit, comandada por Berry Gordy. 

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James escreveu algumas canções para o conjunto, ensinou alguns macetes dos subterrâneos da indústria da música. Blefou com a Motown, ao vender a ideia de que As Mary Jane Girls seriam a nova revelação da Black Music na década de 1980. Como mentira tem perna curta, Berry Gordy, escolado em mais de 20 anos na função de selecionar talentos para sua gravadora, logo descobriu que as aquelas meninas não teriam longa vida no competitivo mercado do show biz.
 
Antes do lançamento do segundo álbum, Only For You, em 1985, Cheryl Bailey saiu do conjunto, sendo substituída por Yvette Marine, filha da cantora de Disco Music, Pattie Brooks. Mesmo com deficiências, o hit "In My House" chegou ao terceiro lugar das paradas de R&B dos Estados Unidos. Também passou 12 semanas no Top 40. As canções "Wind" e "Love Crazy" conseguiram ficar algum tempo nas paradas.
 
Em 1986, elas lançaram o hit "Shadow Lover", mas problemas entre Rick James e Motown resultaram em pouca divulgação e fracasso nas vendas. O terceiro disco do grupo foi gravado, mas o álbum Conversation nunca ganhou as ruas. Como o efeito da maconha que logo acaba (o nome Mary Jane é uma alusão à marijuana), o grupo Mary Jane Girls chegou ao fim em 1987.
 
Dez anos depois, Joanne Mcduff trabalhou como backing vocal de Rick James; e depois seguiu carreira-solo; Cheryl Bailey encontrou emprego num estúdio de música. Em 1995, Candice Ghant, Kimberly Wuletich e Cheryl Bailey formaram o trio MJG, mas dois anos após Ghant e Wuletich saíram do conjunto. 
 
FONTE/CRÉDITOS: Luís Alberto Alves/Hourpress
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