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Quarta-feira, 30 de Setembro 2026
Crônica

Quando o engano ludibria o esperto demais

Nunca trabalhou. Apenas vivia de enganar o próximo

Redação
Por Redação
Quando o engano ludibria o esperto demais
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Marco Antonio pode-se dizer estava enquadrado na classe dos grandes golpistas. Poucas pessoas escapavam de sua lábia. Na rua onde morava, em Vila Dalila, Zona Leste de SP, era reduzido o número de pessoas que faziam negócio com ele.

Nunca trabalhou. Apenas vivia de enganar o próximo. Vendia carro roubado, fazia ponte e passava para frente mercadorias saqueadas por ladrões de carga. Enfim, alguém sem nenhuma moral.

Conheceu Nina, filha de italianos, jovem muito bonita e estimada pela família; ou seja, se enquadrava no filho “raspa de tacho”. Prometeu que iria se casar com ela e fazê-la feliz. Lógico, que em sua mente, os planos eram outros.

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Próximo do casamento,  inventou uma história para fugir do compromisso. Saiu da casa de Nina e percebeu que outro carro o seguia. Tentou pegar a pistola 7.65 no porta luva. De repente sentiu forte calor invadir sua cabeça. Desmaiou. Ao abrir os olhos, via Nina sorrindo e massageando o cano de um potente fuzil AR-15....

FONTE/CRÉDITOS: Aristóteles Ambrósio

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