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Sexta-feira, 25 de Setembro 2026
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Poluição dentro de casa pode ser 2 a 5 vezes maior que a externa

Emissão de COVs é um dos principais responsáveis pela poluição do ar interno

Redação
Por Redação
Poluição dentro de casa pode ser 2 a 5 vezes maior que a externa
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Embora o dia-a-dia nas grandes cidades possa sugerir o contrário, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA, na sigla em inglês) estima que a poluição de ambientes internos costuma ser de duas a cinco vezes maior que os externos.

O fato é preocupante, uma vez que, segundo estudo da Berkeley Lab Energy, instituição americana que pesquisa e desenvolve tecnologias de energia e redução de impactos ambientais, passamos em média até 90% do tempo de nossas vidas em ambientes fechados, provavelmente sem nunca ter se atentado aos riscos de uma má qualidade do ar neles.

A explicação para os altos índices de poluição interna provém de uma soma sorrateira, agravada pela baixa circulação de ar: dentro dos ambientes estamos não só expostos à mesma poluição do ar livre, mas também aos gases emitidos pelos aparelhos eletroeletrônicos, materiais de construção, produtos de limpeza e, até mesmo, ao cozinhar.

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Estes gases são chamados de Compostos Orgânicos Voláteis (COVs), componentes químicos liberados por materiais naturais e sintéticos. A volatilidade se deve ao baixo ponto de ebulição destas substâncias, que espalham rapidamente pelo ar. É por isso que eles são percebidos pelo olfato, muitas até de uma forma positiva, pois trazem a sensação de prazer do popular ‘cheiro de novo’.

Os COVs estão presentes principalmente em tintas, acabamentos de madeira, carpetes e pisos, e quando são emitidos acima dos índices aceitáveis, transformam-se nos grandes poluidores do ar interno. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que a inalação a curto e a longo prazo destes compostos pode contribuir para irritações e intoxicações, bem como asma e câncer.

Institutos como o Departamento de Saúde Pública da Califórnia (CDPH, na sigla em inglês) estabeleceram o nível de concentração máximo para mais de 30 componentes químicos reconhecidos como COVs para cada m³ de volume de ar interno.

Um dos grandes vilões entre eles é o formaldeído, substância bastante conhecida como formol quando em solução aquosa. Elevadas concentrações são cancerígenas, o que leva o CDPH a recomendar uma concentração de apenas nove microgramas de massa deste composto por m³.

Seja ao construir ou reformar, é muito importante observar os índices de emissão dos materiais escolhidos, de forma a evitar a poluição interna e garantir o bem-estar das pessoas. Líder mundial em vinílicos, a Tarkett possui em seu portfólio soluções em revestimentos com baixos níveis de emissão de COVs, livres de formaldeídos e ftalatos.

Fique atento às embalagens: a norma brasileira de pisos vinílicos, a NBR 14917, estabelece que os fabricantes devem informar em um selo qual a classificação daquele piso quanto às emissões. Todos os pisos vinílicos da marca apresentam um índice de TCOVs, ou seja, a soma de todas emissões de cada composto registradas por um período de tempo, pelo menos 10 vezes abaixo do mínimo estabelecido pela norma.

Além disto, a Tarkett possui linhas certificadas internacionalmente com o selo FloorScore®, o que estabelece a conformidade da empresa com os índices de concentração máxima indicados pelo CDPH e diversas instituições europeias, por exemplo.

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