São Paulo de Fato

O nível de otimismo verificado nesse ano em comparação com o do mesmo período de 2020, no entanto, é melhor

Perspectiva de empresários para o Dia do Namorados segue em baixa, segundo pesquisa da Boa Vista

Pesquisa realizada pela Boa Vista, empresa que aplica inteligência analítica de ponta na transformação de informações para a tomada de decisões em concessão de crédito e negócios em geral, mostra que a maioria dos empresários está pessimista em relação às vendas no Dia dos Namorados. De acordo com o levantamento, 54% acreditam que o desempenho será pior do que o verificado no Dia das Mães. 

O nível de otimismo verificado nesse ano em comparação com o do mesmo período de 2020, no entanto, é melhor, já que naquela ocasião apenas 30% esperavam incrementos nas receitas no Dia dos Namorados, em relação ao Dia das Mães. Mesmo assim, apenas 20% dos empresários afirmam que irão fazer investimentos buscando impulsionar as vendas agora, tendo como foco a criação de novas promoções (opção apontada por 45% deste grupo), o estímulo do consumo nas redes sociais (44%) e a criação de um canal de e-commerce (25%), ainda que a maioria dos respondentes (64%) espera que os consumidores façam a maior parte das suas compras fisicamente e não online (opção escolhida por 36% deles).

“Ainda que tenha ocorrido uma melhora do PIB no primeiro trimestre deste ano, o que coloca a economia brasileira no patamar pré-pandemia, os impactos da crise na confiança de empresários e consumidores prevalecem, até porque os efeitos dessa elevação no indicador ainda não foram percebidos em diversos setores e, principalmente, nas classes de menor renda”, explica Flavio Calife, economista da Boa Vista.

De acordo com o levantamento, o setor de alimentos e bebidas é o que irá registrar maior volume de vendas neste próximo Dia dos Namorados, na opinião dos empresários ouvidos. O setor foi apontado por 25% dos entrevistados, seguido por varejo de itens de uso pessoal (21%), lazer (17%), eletrônicos (15%), celulares e smartphones (12%), perfumaria e cosméticos (8%) e eletrodomésticos, eletrônicos e itens para casa (2%).

A percepção do empresariado, segundo a pesquisa da Boa Vista, é de que haverá uma retração dos gastos pelos consumidores na data romântica, já que 67% deles acreditam que as pessoas irão manter ou diminuir o nível de consumo em relação a outros momentos do ano. Em 2020, porém, esse fator era apontado por 86%. De acordo com 48% dos empresários consultados, os consumidores devem gastar até R$ 100 por presente, outros 35% acreditam que gastarão entre R$ 100 e R$ 200, e 17% supõem que os valores sejam maiores do que R$ 200.

Metodologia
A pesquisa realizada pela Boa Vista foi feita por meio de entrevistas online, realizadas entre 11 e 31 de maio. Contou com a participação de aproximadamente 300 respondentes, representantes de empresas dos setores de serviços, comércio e indústria de todas as regiões do país. A margem de erro é de 3,7 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o grau de confiança é de 80%.

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O nível de otimismo verificado nesse ano em comparação com o do mesmo período de 2020, no entanto, é melhor

Pesquisa realizada pela Boa Vista, empresa que aplica inteligência analítica de ponta na transformação de informações para a tomada de decisões em concessão de crédito e negócios em geral, mostra que a maioria dos empresários está pessimista em relação às vendas no Dia dos Namorados. De acordo com o levantamento, 54% acreditam que o desempenho será pior do que o verificado no Dia das Mães. 

O nível de otimismo verificado nesse ano em comparação com o do mesmo período de 2020, no entanto, é melhor, já que naquela ocasião apenas 30% esperavam incrementos nas receitas no Dia dos Namorados, em relação ao Dia das Mães. Mesmo assim, apenas 20% dos empresários afirmam que irão fazer investimentos buscando impulsionar as vendas agora, tendo como foco a criação de novas promoções (opção apontada por 45% deste grupo), o estímulo do consumo nas redes sociais (44%) e a criação de um canal de e-commerce (25%), ainda que a maioria dos respondentes (64%) espera que os consumidores façam a maior parte das suas compras fisicamente e não online (opção escolhida por 36% deles).

“Ainda que tenha ocorrido uma melhora do PIB no primeiro trimestre deste ano, o que coloca a economia brasileira no patamar pré-pandemia, os impactos da crise na confiança de empresários e consumidores prevalecem, até porque os efeitos dessa elevação no indicador ainda não foram percebidos em diversos setores e, principalmente, nas classes de menor renda”, explica Flavio Calife, economista da Boa Vista.

De acordo com o levantamento, o setor de alimentos e bebidas é o que irá registrar maior volume de vendas neste próximo Dia dos Namorados, na opinião dos empresários ouvidos. O setor foi apontado por 25% dos entrevistados, seguido por varejo de itens de uso pessoal (21%), lazer (17%), eletrônicos (15%), celulares e smartphones (12%), perfumaria e cosméticos (8%) e eletrodomésticos, eletrônicos e itens para casa (2%).

A percepção do empresariado, segundo a pesquisa da Boa Vista, é de que haverá uma retração dos gastos pelos consumidores na data romântica, já que 67% deles acreditam que as pessoas irão manter ou diminuir o nível de consumo em relação a outros momentos do ano. Em 2020, porém, esse fator era apontado por 86%. De acordo com 48% dos empresários consultados, os consumidores devem gastar até R$ 100 por presente, outros 35% acreditam que gastarão entre R$ 100 e R$ 200, e 17% supõem que os valores sejam maiores do que R$ 200.

Metodologia
A pesquisa realizada pela Boa Vista foi feita por meio de entrevistas online, realizadas entre 11 e 31 de maio. Contou com a participação de aproximadamente 300 respondentes, representantes de empresas dos setores de serviços, comércio e indústria de todas as regiões do país. A margem de erro é de 3,7 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o grau de confiança é de 80%.