Em um mundo cada vez mais globalizado e tecnológico, os países buscam se aproximar um do outro para firmar e fortalecer os laços de amizade. Mas tudo passa por interesses em comum em diversas áreas como comercial, cultural, troca de especiarias, vender, comprar, emprestar etc. A fim de continuar crescendo e agregando valor aos seus produtos internos.
Todavia, todos os países buscam reciprocidade quando se trata de firmar parcerias de qualquer natureza. Muitas vezes o terreno da diplomacia internacional é carregado de surpresas, inseguras, desconfiança etc.
Nas últimas décadas, inúmeras nações divergiram em pontos espinhosos de acordos pré-estabelecidos que culminou em sanções pesadas, como o foi o caso dos Estados Unidos em 2008 que impôs novas sanções ao Irã para os setores de energia, bancário e marítimo.
A palavra reciprocidade surge do latim " reciprocitas,atis", que significa mutualidade. (Dicionário,2023).
É o que o atual governo pretendia ter junto aos países beneficiados , contudo, jamais houve sinalização positiva por parte dos governos parceiros, é o que alega o Itamaraty.
A Constituição Federal de 1988 afirma no artigo 180 em in verbis: “A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios promoverão e incentivarão o turismo como fator de desenvolvimento social e econômico”.
Umas formas de incentivar e promover o turismo em todo o território nacional é por meio de ações que atraiam o estrangeiro flexibilizando a burocracia. De acordo com as informações do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC), economias do G20 tem capacidade de atrair 122 milhões de turistas e gerar uma exportação no turismo de US$ 206 bilhões em simplificações em processos de vistos (FecomercioSP,10/03/203)
O Brasil é um dos poucos países com recursos naturais incalculáveis do planeta . A terra é rica, ou pelo menos seria rica, pois nela “plantando dá”. Isso engloba as atrações turísticas em diversas partes das regiões desde o Norte ao Sul, existem atrativos que encantam e despertam interesse. Não podemos cometer erros, caindo em armadilhas arcaicas e superadas, isto é, a burocracia, hoje é um dos empecilhos para o desenvolvimento da nação. É preciso examinar e buscar um ponto de inflexão quando buscamos medidas de desenvolvimento.
Segundo Meira Penna (1972), ao longo de nossa história, efetivamente os bodes expiatórios se têm sucedido. Algumas imputações têm sido absurdas. Outras revelam apenas uma visão simplista e distorcida dos fatos eminentes complexos da vida econômica internacional.
O governo Lula atrapalha o desenvolvimento do turismo ao revogar a isenção de visto, a medida tem muito mais a ver com conotação política e nada de racional (Veja, 17.mar.2023)
Não há dúvidas que um dos setores econômicos mais afetados pela pandemia do Covid-19, o turismo brasileiro vê em 2023 uma oportunidade de renascimento.
As companhias aéreas brasileiras, através da Associação Brasileira das Empresas Aéreas, já haviam afirmado que a medida tem conceito ultrapassado e que o aumento de custos e burocracia para entrada no Brasil atrapalha a recuperação do setor no país. (Aeroin, 3.maio.2023)
A iniciativa de Lula pode soar aos leigos como algo “justo”, porém, poderá acarretar consequências econômicas graves para um país que está em processo de recuperação econômica. (Instituto Liberal, 16.mar.2023)
O governo Lula não analisou todas as variáveis possíveis, tomou a medida indiscriminadamente sem dar espaço suficiente para vozes favoráveis à isenção. Segundo o Embaixador Luís Fernandes, a medida não gerou aumento significativo nas viagens de turismo. O acréscimo, diz ele, foi de apenas 4%. (Agência Câmara de Notícias, 13.abril.2023).
O presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas, Eduardo Sanovicz, no entanto, argumentou que, por conta da pandemia de Covid-19, não foi possível analisar o impacto real da isenção dos vistos na indústria do turismo. Mesmo assim, ele ressaltou que os dados entre julho de 2019 e fevereiro de 2020 mostram bons resultados. “Neste curto período, o Brasil recebeu 80 mil passageiros a mais do que no mesmo período do ano anterior, vindos desses países. O ingresso de recursos chegou a R $328 milhões, espalhados por praticamente todos os estados brasileiros”, disse Sanovicz. (Agência Câmara de Notícias, 13.abril.2023)
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