Precisamos falar do que ocorreu no último domingo, 11/06, na Parada LGBTQIA+, realizada na Avenida Paulista, que tem sua legitimidade uma vez que vivemos em uma democracia, mas mostra, em seu exagero, o quanto o extremismo da pauta pode trazer à tona assuntos delicados e mexer com questões que contaminam qualquer luta, seja ela por qual motivo for.
A presença de crianças em um evento de grande exposição, no qual pessoas ficam embriagadas e se relacionam de forma "livre", não é de bom tom. Seja qual for a razão existencial de qualquer acontecimento, não se deve expor menores de idade a esse tipo de situação. Só por aí, já temos a ideia de que nesse caso não existe o respeito necessário com a pureza da criança.
Além disso, o que mais passa de todos os limites, é a motivação pela qual essas crianças lá estão : a agenda política. É de notório saber que esse grupos não pensam duas vezes antes de apelarem em supostos fatos para construírem suas narrativas. Levar crianças a um evento de "conteúdo adulto" e passar a impressão de que elas concordam com aquilo, é um dos exemplos que podem ser citados e que deve ser combatido por qualquer pessoa que tenha seus neurônios funcionando perfeitamente.
Não está em debate a opção sexual ou mesmo a identidade de gênero de cada um, mas sim a exposição de crianças em prol de uma luta totalmente partidária e de interesse adulto. No evento foi possível ver pequenos muito próximo de pessoas semi - nuas, o que por si já deveria violar todos os parâmetros normais de comportamento. Evitamos isso no dia a dia.
O Brasil que deu errado começa a não cuidar de seus pequenos filhos e, por tabela, do futuro da nação. Tudo o que ocorreu ontem tem apoio institucional e, agora, corre bem o risco de ser colocado como norma em uma sociedade disposta a considerar os tradicionalistas como homofóbicos, fascistas e preconceituosos.
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