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Domingo, 27 de Setembro 2026
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Metrô e CPTM testam liberação de catraca com o uso de celular

Sistema foi disponibilizado em 7 estações. Usuário pode fazer compra por aplicativo, site ou no autoatendimento e liberar catraca

Redação
Por Redação
Metrô e CPTM testam liberação de catraca com o uso de celular
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Usuários do metrô e da CPTM (Companha Paulista de Trens Metropolitanos) podem usar o celular para passar pelas catracas, segundo projeto-piloto implantado nesta terça-feira (3) pela SMT (Secretaria de Transportes Metropolitanos), do governo do estado. 

Um leitor de QR code (uma espécie de código de barras) está sendo testado em sete estações da capital.

O código que equivale a passagem pode ser comprado com cartão de crédito por meio de um aplicativo; cartão de débito, em totens instalados nas estações participantes do projeto; e com dinheiro, na bilheteria.

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Durante o período de testes, que vai até 18 de outubro, as sete estações receberam os totens e leitores o QR code nas catracas. São elas: Autódromo (linha 9-esmeralda), Tamanduateí (linha 10-turquesa), Dom Bosco (linha 11-coral), Aeroporto-Guarulhos (linha 13-jade), São Judas (linha 1-azul), Paraíso (linha 1-azul e 2-verde) e Pedro 2º (linha 3-vermelha).

No caso de pagamento com débito ou em dinheiro, é emitido um bilhete com o código, que deve ser encostado nos leitores.

Para quem adquire o código por meio do aplicativo de celular com cartão de crédito, basta encostar o aparelho no leitor. 

Durante o período de testes só é possível adquirir um bilhete unitário por vez, sem possibilidade de integração com ônibus. 

O aplicativo VouD pode ser baixado em lojas virtuais de Android e iOS e só aceita CPFs válidos, seja para cartão de crédito ou para validar o cadastro.

A gestão João Doria recomenda, no entanto, que o QR code impresso seja utilizado em até 72 horas após a compra, para evitar que a impressão do código sofra danos -a limitação não é citada para quem vai usar o próprio celular para embarcar nos trens.

De acordo com a secretaria, o teste é feito em parceria com o CMT (Consórcio Metropolitano de Transportes) e não tem custo para o governo do estado. 

A ideia da pasta é que o pagamento da tarifa com o QR code substitua futuramente a maior parte das compras de bilhete magnético unitário

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