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| Mobilização segue firme mesmo após decisão do TST | ||
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Os petroleiros completam nesta terça-feira (4) o quarto dia de greve no país contra demissões, privatização e por direitos.
Segundo atualização da FNP (Federação Nacional dos Petroleiros) e FUP (Federação Única dos Trabalhadores), até o início da tarde desta terça-feira (4) a categoria parou em 12 estados , e mais 30 unidades aderiram ao movimento, com destaque para cidades em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.
Mesmo após a determinação do TST (Tribunal Superior do Trabalho), via o ministro Ives Gandra Martins Filhos, que obriga que 90% dos trabalhadores mantenham produção habitual, a categoria permanece mobilizada em defesa da Petrobras, contra as demissões e o chamado "Pacote de Maldades de Bolsonaro e de Castello Branco".
Eduardo Henrique, da FNP (Federação Nacional dos Petroleiros) e dirigente da CSP-Conlutas-RJ, ressalta que “esta luta, que não é somente dos trabalhadores, mas de toda população brasileira, seguirá firme em defesa de direitos, contra as demissões e a privatização da Petrobras”.
A CSP-Conlutas fortalece as iniciativas que se somam ao cenário de greve nacional da categoria petroleira, que integram a Jornada de Lutas da FNP em todo país. A Central também faz um chamado pela unificação com outras mobilizações e greves de outras categorias, como os trabalhadores da Casa da Moeda, em greve desde a segunda-feira (3), e os trabalhadores do Serpro e Dataprev.
Neste conjunto, há ainda a perspectiva de que os funcionários dos Correios fortaleçam as ações de luta contra as privatizações no país.
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