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Domingo, 27 de Setembro 2026
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Divórcio humanizado: boa solução para o fim do matrimônio

Uma vez que será menos doloroso no âmbito emocional e financeir

Redação
Por Redação
Divórcio humanizado: boa solução para o fim do matrimônio
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Atualmente, um em cada três casamentos acabam e, 70% dos pedidos de divórcio são realizados pelas mulheres, que não aguentam permanecer em relacionamentos machistas, nos quais são submetidas a realizar a chamada tripla jornada de trabalho - trabalhar, cuidar dos filhos e da casa.

Em 2020, o isolamento social também motivou muitas separações, pois, o ano atípico de pandemia, fez com que as pessoas ficassem mais instáveis emocionalmente e as relações familiares acabaram sendo afetadas, resultando em divórcio para muitos casais.

Mesmo com toda tristeza que o fim de um relacionamento desencadeia, o cenário ideal é que o ex-casal consiga chegar num consenso em relação aos termos
do divórcio, uma vez que será menos doloroso no âmbito emocional e financeiro.É aí que entra o chamado "divórcio humanizado’.

"A advocacia humanizada se baseia na função social da profissão impondo ao profissional ética, transparência, franqueza, honestidade e sinceridade no atendimento ao cliente. A utilização das técnicas de mediação e da programação neurolinguística pelo advogado contribuem bastante para esse resultado positivo. O advogado ‘bom de briga’ deve dar lugar ao advogado ‘bom de solucionar conflitos’, explica a advogada Debora Ghelman, especialista na área.

Como proceder para realizar o divórcio humanizado?

Por mais difícil que seja esse momento, nem sempre precisa haver brigas e discussões. Caso o divórcio seja um assunto doloroso para ser conversado entre o ex-casal, é recomendável contratar um advogado especialista em Direito de Família para negociar e intermediar os termos devidos, evitando desgastes pessoais.

O ideal é que se contrate um único advogado para realizar o divórcio e compor os termos do acordo da forma mais justa possível. Certamente, é a opção mais econômica. Mas, caso as partes optem por cada uma ter o seu próprio advogado,
aconselha-se fugir do modelo de advogado combativo.

"As consequências da irresponsável atuação dos advogados podem custar muito caro à sua família. Um divórcio consensual sempre será mais barato, tanto em termos financeiros quanto, principalmente, em termos emocionais. Além de não envolvidos pela disputa, os advogados estão acostumados a este tipo de situação, podendo negociar com sobriedade e experiência", conclui a especialista.


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FONTE/CRÉDITOS: *Debora Ghelman é advogada especializada em Direito Humanizado nas áreas de Família e Sucessões, atuando na mediação de conflitos familiares.

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