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Domingo, 27 de Setembro 2026
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Covid-19 deixa a música triste no Brasil, morre Aldir Blanc

Ele ficou mais de duas semanas internado na UTI do Hupe

Redação
Por Redação
Covid-19 deixa a  música triste no Brasil, morre Aldir Blanc
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Morreu hoje (4), aos 73 anos, o compositor e escritor brasileiro Aldir Blanc, por complicações causadas pela covid-19, depois de ficar mais de duas semanas na UTI do Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe). A morte foi confirmada pela assessoria de Blanc. Ele havia sido hospitalizado em 10 de abril, com um quadro de pneumonia, pressão alta e infecção urinária. Uma semana depois, foi confirmada a infecção pelo novo coronavírus.

Nos anos 1960, Aldir dividia seu tempo entre a música e a medicina, curso em que se formaria com especialidade em psiquiatria. Foi nesta década que ele participou de diversos festivais da canção, compondo músicas interpretadas por Clara Nunes, Taiguara e Maria Creuza.

No início dos anos 1970, abandonou a medicina para se dedicar exclusivamente às artes. E foi nesta década que ele compôs o seu maior sucesso. Com a parceria de João Bosco e na voz de Elis Regina, o mundo conheceu O bêbado e a equilibrista.

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Em 1978, publicou as crônicas Rua dos Artistas e arredores. Em 1981, Porta de tinturaria (1981). As duas obras foram reunidas, posteriormente, em 2006 na edição Rua dos Artistas e transversais, que ainda trouxe 14 crônicas escritas para a revista Bundas e para o Jornal do Brasil.

Morre o ator Flávio Migliaccio

Carreira foi longa, incluindo papéis em teatro, cinema e TV

O ator Flávio Migliaccio, de 85 anos, foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira (4) pelo caseiro no sítio onde morava, no município de Rio Bonito, região metropolitana do Rio de Janeiro. A família ainda não sabe a causa da morte. Migliaccio nasceu no bairro do Brás, em São Paulo, no dia 26 de agosto de 1934. 

Flávio Migliaccio reestreia
Flávio Migliaccio reestreia "Confissões de um Senhor de Idade" em curta temporada - Divulgação/Cidade das Artes/Prefeitura do Rio

Ele iniciou a carreira na década de 50 no teatro, junto com a irmã, Dirce Migliaccio, já falecida, e ingressou na TV Globo em 1972, desempenhando o papel de Xerife, na novela O Primeiro Amor. O sucesso alcançado pelo personagem deu origem, naquele mesmo ano, ao seriado Shazan, Xerife e Companhia, estrelado também pelo ator Paulo José.

Migliaccio trabalhou ainda no cinema, ficando conhecido pelo personagem título do filme Aventuras com Tio Maneco, de 1971, do qual foi também diretor.

O último trabalho de Migliaccio na televisão foi como o personagem Mamede Al Aud, na novela Órfãos da Terra, que foi ao ar no ano passado na TV Globo.

Casado com Ivone Migliaccio, Flávio é pai do jornalista Marcelo Migliaccio.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil

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