Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰
O caldo começou a ferver na panela do presidente #Bolsonaro (Sem Partido) e poderá queimá-lo. Nesta terça-feira (30), os comandantes do #Exército (Edson Leal Pujol), da #Marinha (Ilques Barbosa Júnior), e da #Aeronáutica (Antônio Carlos Moretti Bermudez) renunciaram aos seus cargos em protesto contra a demissão, ontem (29) do general Fernando Azevedo, da chefia do Ministério da Defesa.
Com grande influência sobre as #Forças Armadas, ele dizia que a politização das Forças Armadas não será aceita. Segundo Azevedo, os #militares seguirão o seu papel constitucional, ou seja, não apoiarão qualquer medida totalitária imposta pelo presidente #Bolsonaro.
Esta renúncia conjunta dos comandantes das #Forças Armadas é um recado direto de que as bravatas do presidente não encontrarão eco nos quartéis, principalmente na véspera de aniversário de 57 anos do golpe militar que retirou do poder o presidente eleito democraticamente #João Goulart em 1964.
Os militares deixam bem claro que o papel das #Forças Armadas, neste momento, é ajudar a salvar vidas. É tão grave a situação que em seis dias, o Brasil registra a morte de 314.268 pessoas e 12,5 milhões de casos de covid-19.
Em termos simbólicos, nunca na história da República, o #Brasil teve a renuncia, de uma só vez, de três comandantes das #Forças Armadas. É uma grave crise para o (des)governo #Bolsonaro resolver. Por outro lado é um duro golpe contra os seguidores do presidente que fazem protestos nas portas dos quartéis exigindo intervenção militar.