A vacinação para o primeiro grupo de crianças com idade entre 5 e 11 anos começou nesta segunda-feira (17). Podem se vacinar as que possuem comorbidades ou deficiência permanente (física, sensorial ou intelectual), além das crianças indígenas aldeadas da mesma faixa etária. O prefeito Ricardo Nunes esteve na manhã de hoje na Associação Cruz Verde, na Zona Sul, para acompanhar a vacinação de três crianças assistidas pela organização, Beatriz Marcelo, Brayan Costa e Eloá Oliveira.
“Hoje é um dia fundamental e extremamente importante para avançarmos na questão da vacinação. A Prefeitura optou por iniciar a vacinação com este grupo que tem aproximadamente 236 mil crianças, de forma a fazer uma logística eficiente que garanta a dose para todos”, destacou o prefeito.
A capital paulista recebeu 64.090 doses de vacinas destinadas à imunização das crianças, que serão distribuídas para as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Assistências Médicas Ambulatoriais AMAs/UBSs Integradas, encarregadas pela aplicação das vacinas ao público-alvo. Mais um lote do Ministério da Saúde está previsto para o decorrer da semana.
“Toda a nossa logística está consolidada para disponibilizarmos as novas doses sempre no dia seguinte que recebermos, assim como foi feito na vacinação dos adultos e dos jovens. Além disso, como a vacinação deste público é um pouco mais demorada, as nossas UBSs estão estruturadas, com profissionais que foram treinados e salas de atendimento exclusivas para a aplicação nas crianças”, explicou o secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido.
Vacinação de Crianças
Especificamente para a vacinação do público atual (crianças com idade entre 5 e 11 anos que possuem comorbidades ou deficiência permanente - física, sensorial ou intelectual – e as indígenas aldeadas), a imunização acontece nas UBSs, das 8h às 19h.
As crianças devem estar acompanhas por um responsável maior de 18 anos e apresentar documento de identificação (preferencialmente CPF), carteirinha de vacinação, comprovante de condição de risco para os comórbidos (exames, receitas, relatório ou prescrição médica físicos ou digitais, contendo o CRM do médico e com até dois anos de emissão) e comprovante da deficiência para os deficientes permanentes (laudo médico, cartão de gratuidade no transporte público, documentos comprobatórios de atendimento em centros de reabilitação ou unidades especializadas ou documento oficial de identidade com a indicação da deficiência)
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