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Segunda-feira, 22 de Junho de 2026
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Carnaval

Princesas da Corte do Carnaval carioca dão show de ignorância

Rainha paulista, Camila Silva, é criticada por não ter nascido no Rio de Janeiro

Redação
Por Redação
Princesas da Corte do Carnaval carioca dão show de ignorância
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Falta de educação, de conhecimento da história da samba, além de ausência de ética. Esses três quesitos definem com exatidão as 1ª e 2ª princesas da Corte do Carnaval carioca 2020, Deisiane Conceição e Cinthia Camilo. As duas não gostaram da eleição da paulista Camila Silva, como rainha do Carnaval do Rio  de Janeiro. Cargo que também já ocupou na Vai-Vai e Mocidade Alegre.

As duas princesas, durante entrevista, deixaram bem claro que Carnaval de verdade só é feito por cariocas. Confiram este absurdo nestes links (https://drive.google.com/open?id=1HGdX4hoLCcJgwFCVXhowZJj--Or-sXyM).

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Pela ótica dessa dupla de princesas, vejam quem ficaria de fora do Carnaval do Rio de Janeiro: tia Ciata, baiana que levou o samba ao Rio de Janeiro, daí a homenagem de toda escola ter a ala das baianas.  O santista Sombrinha, que durante muitos anos tocou cavaquinho no Fundo de Quintal. Natal da Portela, paulista da cidade de Queluz, região do Vale do Paraíba.

Também ficaria de fora dessa grande festa popular, a cantora Alcione e o carnavalesco Joaosinho Trinta, ambos nascidos no Maranhão. Zé Katimba é outro nome que não representaria bem o Carnaval. Ele era paraibano. A mineira Clara Nunes, personalidade marcante da Portela, seria outra classificada de estranha nos desfiles de carnaval, assim como o baiano Mano Décio da Viola, também da Portela.

O mineiro Ataulfo Alves e o pernambucano Bezerra da Silva seriam outros dois estranhos no Carnaval, na visão destas duas princesas, “grandes conhecedoras da história do samba no Brasil”. Elas deveriam pedir à prefeitura do Rio de Janeiro para retirar o nome Marquês de Sapucaí, local onde fica o Sambódromo. Sapucaí era mineiro...

Também devem sugerir a demolição do sambódromo, construído durante o governo de um gaúcho, Leonel Brizola, cujo nome oficial é Passarela Professor Darcy Ribeiro, outro mineiro. As duas deveriam fazer um grande abaixo assinado, para que a Rede Globo nunca mais falasse do paulista de Osasco, José Bonifácio Sobrinho, o Boni.

 Ele sofisticou as transmissões dos desfiles das escolas de samba, quando era diretor de jornalismo daquela emissora. Todas essas pessoas não eram cariocas, mas contribuíram para enaltecer o samba e o carnaval.

FONTE/CRÉDITOS: Luís Alberto Alves/Hourpress
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