A pandemia da praga chinesa se estende por mais um ano em todo mundo ganhando variações de todas as formas. Obviamente as mutações do vírus assusta a população que corre desesperada para receber a primeira dose dos imunizantes. É natural ter medo de ser infectado pelo vírus chinês. Contudo, criou-se um regra que inibe as pessoas de escolherem a marca das vacinas como se todas fossem iguais, ora, estes tipinhos acham mesmo que somos idiotas ou burros, nenhuma vacina é igual.
O Governo Federal adquiriu mais de 600 milhões de doses de vacinas dos principais imunizantes usadas nos EUA e Europa, portanto cercear o direito de escolha da pessoas com desculpa que não têm vacinas sobrando me parece uma covardia gigantesca de burocratas inescrupulosos e egoístas.
O Estado não é um agente divino sem pecados, não é o guia espiritual de ninguém, por tudo e isso e mais um pouco é preciso ter cautela quando o Estado diz que devemos tomar qualquer vacina, esse é o caminho da estupidez e cegueira voluntária.
O princípio da bioética afirma:
“O princípio da autonomia requer que os indivíduos capacitados de deliberarem sobre suas escolhas pessoais, devam ser tratados com respeito pela sua capacidade de decisão. As pessoas têm o direito de decidir sobre as questões relacionadas ao seu corpo e à sua vida. Quaisquer atos médicos devem ser autorizados pelo paciente.”
Ademais, dizer que todas as vacinas são iguais, como eles insistem, equivale a nos chamar de imbecis…
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