Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰
2004, 2016 e agora em 2020. Sempre o PSDB tem a mesma alegria, aliada com uma incerteza perturbadora. Antes Serra e Dória e, agora, Bruno Covas , dão a alegria da vitória na capital paulistana, mas despertam uma tremenda dúvida e deixa todos de orelha em pé, isso porque o partido, que completará 30 anos à frente do estado mais rico do Brasil, poderá ficam sem nome de peso para disputar pleito de 2022.
A grande preocupação tucana se dá pelo fato de, caso queira colocar Covas na disputa para governador em 2020, terá que abandonar a Prefeitura, repetindo o que Serra e Dória fizeram e ficando mal com o eleitorado, que já julga o tucanismo por não cumprir mandatos. Assim, o partido começa viver a partir de hoje uma grande incógnita eleitoral : ou procura um grande nome, ou terá que tirar covas da prefeitura para não perder o Estado.
Muitos falam do ex-governador Geraldo Alckmin. Mas as eleições de 2018 mostraram que o experiente político pode ter perdido eleitorado e, como outras velhas raposas, vai ter dificuldade de se reeleger . Por isso, podemos considerar que o partido que já teve Fernando Henrique, Aécio Neves, Mários Covas e outros, hoje está correndo risco de entrar numa eleição para o governo sem uma grande figura, além de não ter para presidente.m todas as vezes que um eleito pelo PSDB não cumpriu a promessa de ficar os quatro anos, sempre a desculpas eram as mesmas: "o PT pode voltar" ou "a esquerda vai assumir o poder" .
Com isso, sempre houve uma certa boa vontade com candidatos como Serra e Dória, mesmo com o último ganhando de forma bem apertada e perdendo na capital. Hoje a história parece ser parecida, sobretudo por São Paulo ser uma boa vitrine para o PT tentar voltar.
Com todos esses problemas, Bruno Covas , eleito com quase 60% dos votos tem a chance de seguir ou não o caminho de seus antecessores, visto que parece óbvia a decisão que será tomada pelo prefeito. Em coletiva logo após o voto, Covas garantiu que está bem de saúde e que só deixa o cargo em 01 de janeiro de 2014. O tempo dirá.