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Segundo o portal Metrópoles, a Editora Record, uma das maiores do país, decidiu não renovar os contratos de dois livros do filósofo Olavo de Carvalho: “O Imbecil Coletivo” e “O Mínimo que você precisa saber para não ser um idiota “, alegando ataque à democracia e discurso de ódio. Ambos tinham uma parceira há muitos anos, contudo, esta terminou por motivos que foge da compreensão de um ser humano saudável mentalmente.
Obviamente, a empresa tem total liberdade para renovar ou não o contrato de quem quer que seja. O ponto central dessa questão já pendura alguns anos no país: o patrulhamento ideológico; isto é, quem está do lado da ideologia dominante nas redações de jornais, editoras, universidades, escolas, sindicatos etc., tem passaporte para fazer propaganda ideológica a vontade sem ser minimante incomodado. Não é aceitável tumultuar o status das ideias circulantes de esquerda nestes recintos de militantes extremados que buscam freneticamente o poder a qualquer custo inclusive de perder um renomado escritor como Olavo de Carvalho.
Este tipo de boicote sempre aparecerá na grande mídia com nomes que causam comoção como “ataque à democracia” e “discurso de ódio “, naturalmente o afegão médio terá uma reação de espanto em saber que tem alguém incomodando as instituições; ora, como poder um senhor de 74 anos debilitado ter tanto poder? “Não existe NADA de jornalismo na “grande mídia”. Só guerra psicológica e assimétrica”, diz o professor Olavo.
O poder da síntese por Olavo de Carvalho:
“Instituições" são estruturas, formas estáticas. Democracia só pode existir no plano do tempo, da ação.”
“Quantos, hoje, não acreditam que a livre discussão entre os parlamentares é a quintessência da democracia? Bela democracia, onde só a elite mandante tem meios de expressar sua opinião.”
“A arrogância dos nossos deputados e senadores -- para não falar dos juízes do STF --, que se beatificam como exemplos vivos da democracia enquanto fogem de todo controle popular, é a melhor prova de que são apenas ditadores camuflados.”
“Até quando entenderemos como "democracia" a pura forma jurídico-teatral do regime, com total destruição da sua substância?”
“É uma estupidez pensar que um país vive sob regime democrático só porque há eleições e as grandes empresas de mídia podem dizer o que quiserem. Se a vontade popular não tem poder de decisão no Legislativo fora do dia de eleição, e se as empresas de mídia só combatem, boicotam ou escondem as opiniões populares em vez de expressá-las, o que se chama de democracia é uma oligarquia prepotente e cínica.”