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Sábado, 26 de Setembro 2026
Saúde

Não deixe que a numerofobia vire a sua identidade

Especialista em educação explica que "ser de humanas" não é desculpa para tudo

Redação
Por Redação
Não deixe que a numerofobia vire a sua identidade
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Um grupo de amigos pede a conta do restaurante e alguém pergunta: “quanto fica 89 reais e 75 centavos dividido por quatro?”. Pronto! Pânico geral instalado e o silêncio só ajuda a aumentar a tensão. Enquanto dois começam a fazer as contas nos dedos, alguém responde “eu sou de humanas”. Até que o amigo mais rápido tira o celular do bolso e resolve a agonia com a calculadora.

Felizmente a tecnologia se faz presente para nos salvar de situações chatas como essa. Entretanto, “ser de humanas” não deve ser uma justificativa na hora de poupar a vergonha de errar uma conta de cabeça, visto que não existe nenhum problema em se atrapalhar com vírgulas e números quebrados. O dilema é usar a desculpa da formação em questão como apoio para enfrentar a fobia de números.

“A matemática está presente em todos os momentos do cotidiano e se isentar de algumas decisões do dia a dia só por não querer enfrentar os números não é uma escolha positiva”, explica Marizane Piergentile, pedagoga e diretora de educação da Rede Adventista do ABCDM e Baixada Santista.

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Procurar entender conceitos básicos da área de exatas pode ser um grande auxílio na hora de se estabelecer no mercado de trabalho daqui para frente, uma vez que isso pode ajudar em situações simples, como explorar gráficos e analisar estatísticas com mais autoconfiança. “A partir do momento que garantimos para nós mesmos que não temos conhecimento sobre determinado assunto, colocamos a nossa curiosidade, interesse e disposição para dormir em um quarto escuro e trancamos a porta. É preciso ir atrás de conteúdos que nos provocam desconforto para que eles se transformem em conhecimento”, esclarece a diretora.

Em um futuro não tão distante, a maioria dos empregos vai exigir uma competência maior para entender os algoritmos e como trabalhar com eles. Isso não significa que todos deverão aprender a programar sistemas, mas é de extrema importância entender como eles funcionam para não ficar atrasado perante a evolução humana.

FONTE/CRÉDITOS: Redaçao/Hourpress

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