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O dia começou agitado para Bolsonaro nesta quarta, 03, em relação aos processos que responde na justiça. Logo pela manhã, o ex-presidente recebeu a visita da Polícia Federal, que fez busca e apreensão em sua residência para tratar do caso da possível adulteração do cartão de vacina para entrar nos EUA. Na ocasião, o celular de Jair Bolsonaro foi apreendido, bem como cópia dos cartões de vacina dele e de sua esposa.
Em seguida, após receber a imprensa, o ex-presidente concedeu entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan e lá esclareceu alguns fatos, entre eles o seu papel na campanha eleitoral de 2026. Bolsonaro disse que "trabalharam para deixá-lo inelegível" por conta da reunião que fez com embaixadores no Alvorada para apresentar, segundo ele, como funciona o sistema eleitoral brasileiro. A conduta foi considerada abuso de poder por parte do TSE.
" Não quero me justificar, mas Dilma, quando presidente, também reuniu os embaixadores para falar sobre seu processo de impedimento", relatou o agora presidente de honra do PL, que na mesma entrevista disse responder mais de 500 processos. Sobre esses, o ex-presidente disse que a maioria é por "coisa boba", mas que é preciso resolver.
Sobre 2026, Bolsonaro relatou alguns feitos de seu governo e novamente destacou a não prática da velha política de loteamento dos ministérios, fato que, segundo ele, quase o derrubou da presidência. Além disso, o ex-presidente ainda disse que sua história na política continua e que ele lutará por seus ideias. " Minha missão ainda não acabou. Seja como candidato ou cabo eleitoral, tem muita coisa para acontecer", disse Jair sobre o futuro.