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Bolsonaristas voltaram às ruas depois do medo gerado pelas prisões e pelos processos do dia 8 de janeiro. Isso pode ser bom se analisarmos que a democracia vive, mas também pode significar mais um início de era de insegurança, polarização e desordem democrática. Isso tudo pelo simples fato de que esse grupo vai às ruas não apenas protestar, mas para fortalecer uma ideia antidemocrática e perigosa, como já vimos de 2019 até 2022.
Baseado na luta contra a indicação de Flávio Dino para o STF, as manifestações possuem também reclamações contra o método de votação no Brasil e a respeito das ações do ministro Alexandre de Moraes, que se tornou uma espécie de inimigo bolsonarista desde que começou uma guerra quase que particular contra as Fake News. Além disso, também existe restrição ao STF em geral, se tratando de medidas e ações.
Já sabemos o fim dessa história. Pessoas presas, insegurança e um clima de animosidade em nossa democracia. Pautas importantes que poderiam ser cobradas pela oposição são deixadas de lado, o Brasil vira notícia por uma oposição violenta e chamada de antidemocrática, o foco se torna cada vez mais distante do que realmente deveria. Não é correto de se acontecer agora. Precisamos de mais união e menos insegurança.