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Segundo o médico imunologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Alexandre Okamori, a vacina continua sendo a melhor forma de prevenção para muitas doenças graves e as complicações que podem surgir, inclusive ajudando a erradicar a poliomielite e a varíola.
“A maioria das enfermidades que podem ser prevenidas por vacina é transmitida pelo contato com objetos contaminados ou por gotículas de saliva expelidas pela tosse, espirros ou fala”, alertou.
Ele explica que as vacinas são produzidas com o vírus ou bactéria inativa ou com partes desses agentes. Devido a isso, elas não provocam a doença, mas conseguem estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos para combatê-la. “Assim, se a pessoa tiver contato com o agente causador da doença, já tem anticorpos para evitar que a doença progrida”, descreveu.
Além da proteção individual, enfatiza, a vacinação é de suma importância para a famosa imunidade de rebanho. Isso quer dizer que é necessário que uma porcentagem x da população (entre 85% e 95%) seja imunizada para evitar a circulação do vírus. “Se todos que puderem tomar vacina o fizerem, vão proteger aqueles que não podem”, finalizou.