São Paulo de Fato

OS PORCOS VALEM MAIS DO QUE EU

“Manda-nos para os porcos”

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Veio logo dos sepulcros ao seu encontro um homem possuído do espirito imundo, o qual tinha a morada nos sepulcros. .. Porque Jesus, de fato lhe dizia: “Espirito imundo, sai deste homem”... Ora, andava ali pelos montes uma numerosa vara de porcos a pastar e suplicaram-lhe, pois: “Manda-nos para os porcos, afim de que entremos neles”. Permitiu-lhes Jesus e imediatamente entraram nos porcos e a vara, cerca de dois mil, despenhou-se impetuosamente ao mar, e ai se afogaram... O povo então começou a desconjurar a Jesus para que saísse do povoado deles. (Marcos 5:1-20). 
 Talvez você diga que nós contestamos muito os Evangelhos, mas o que podemos fazer se nossa mente não concebe razão no que lemos? Então você alertará que a Boa Nova se entende pelo sentimento e não pelo intelecto. Concordamos, mas até nosso sentimento não aceita determinadas coisas que neles se acham inscritas. Não querendo continuar contestando, ficamos sem saber o que falar a respeito desta parábola porque perguntamos o que ganharia a Legião (este é o nome dele porque são muitos) indo para os porcos? Não poderiam eles tomar outro humano ou sair daquela cidade e ir para outro local? Estava cheio de pessoas (e ainda está) que serviriam de abrigo a todo e qualquer tipo de espirito imundo. Será que eles eram só daquele homem? Se for assim, cada um terá o seu só seu e de mais ninguém? Por outro lado, sabemos que o Espirito não “entra” no corpo, mas tudo bem, naquela época, como alguns da atualidade, ainda acreditam na entrada do espirito no corpo. “Manda-nos para os porcos” disseram eles e Jesus permitiu. Porque se Ele sabia que os animais se jogariam no precipício e que com isso prejudicaria o povo daquele lugar visto que os porcos eram o sustento deles? Jesus não poderia apenas “curar” mais este como fez com os demais? E sem tanto barulho? Tem mais, que culpa tem os porcos? Por acaso não serve para eles a lei de Deus que faz chover e nascer o Sol para bons e maus?  Não conseguimos crer que esta historia esteja fiel ao que aconteceu realmente. Nosso raciocínio nos diz que ela foi suprimida ou alterada para o magico e maravilhoso, como era comum enaltecerem naquela época. O que aconteceu então?... 
 Estávamos neste impasse, pois já íamos contraditar os escritos quando fomos “salvos” por um irmão que se manifestou em nosso meio dizendo: “Hoje sabemos que os animais “sentem” (ou veem?) os Espíritos e neste caso eles, ao “avistarem” (ou sentirem) a Legião, se assustaram e na corrida louca, caíram no precipício”.  Bem, de qualquer maneira “devo” tirar dela um ensinamento para nós, então, considerando-me o homem possuído direi: “Grande é minha alegria, pois eu estava perdido e fui encontrado, estava morto e revivi, estava possesso e fui libertado. Quis demonstrar a todos a minha alegria contando o sucedido, mas para meu espanto, não me ouviram”. “Grande é minha decepção. O povo não me viu com bons olhos. Estavam acostumados comigo do outro jeito e porque estou mudado, não ligaram. Talvez por necessitarem de mim como eu era, para se sentirem bons, da mesma maneira como o rico precisa do pobre para se sentir rico”. “Grande é minha decepção, porque, ao invés de acolherem aquele que tem poder  sobre tudo e sobre todos, já que até os Espíritos imundos o obedecem, o expulsaram de suas terras. Ao invés de cantarem hosanas, tiveram medo de seus próprios pecados”. “Grande é a minha decepção. Não se alegraram com minha cura, antes choraram a perda de seu patrimônio, confirmando assim, que os porcos valem mais do que eu.” Curvo-me a Vós, meu benfeitor que me maravilhaste com tua doçura, teu amor e tua amizade e, por isso, grande é minha alegria por ter sido tocado pelas vossas benditas mãos que curam as chagas dos sofredores sem querer saber quais são seus pecados.
 Para vós, querido amigo, tanto ontem como hoje, valho mais do os porcos da vida.  E nós concluímos analisando o Amor do Cristo, pois amor sem ser correspondido é doação em dobro. 

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OS PORCOS VALEM MAIS DO QUE EU

Veio logo dos sepulcros ao seu encontro um homem possuído do espirito imundo, o qual tinha a morada nos sepulcros. .. Porque Jesus, de fato lhe dizia: “Espirito imundo, sai deste homem”... Ora, andava ali pelos montes uma numerosa vara de porcos a pastar e suplicaram-lhe, pois: “Manda-nos para os porcos, afim de que entremos neles”. Permitiu-lhes Jesus e imediatamente entraram nos porcos e a vara, cerca de dois mil, despenhou-se impetuosamente ao mar, e ai se afogaram... O povo então começou a desconjurar a Jesus para que saísse do povoado deles. (Marcos 5:1-20). 
 Talvez você diga que nós contestamos muito os Evangelhos, mas o que podemos fazer se nossa mente não concebe razão no que lemos? Então você alertará que a Boa Nova se entende pelo sentimento e não pelo intelecto. Concordamos, mas até nosso sentimento não aceita determinadas coisas que neles se acham inscritas. Não querendo continuar contestando, ficamos sem saber o que falar a respeito desta parábola porque perguntamos o que ganharia a Legião (este é o nome dele porque são muitos) indo para os porcos? Não poderiam eles tomar outro humano ou sair daquela cidade e ir para outro local? Estava cheio de pessoas (e ainda está) que serviriam de abrigo a todo e qualquer tipo de espirito imundo. Será que eles eram só daquele homem? Se for assim, cada um terá o seu só seu e de mais ninguém? Por outro lado, sabemos que o Espirito não “entra” no corpo, mas tudo bem, naquela época, como alguns da atualidade, ainda acreditam na entrada do espirito no corpo. “Manda-nos para os porcos” disseram eles e Jesus permitiu. Porque se Ele sabia que os animais se jogariam no precipício e que com isso prejudicaria o povo daquele lugar visto que os porcos eram o sustento deles? Jesus não poderia apenas “curar” mais este como fez com os demais? E sem tanto barulho? Tem mais, que culpa tem os porcos? Por acaso não serve para eles a lei de Deus que faz chover e nascer o Sol para bons e maus?  Não conseguimos crer que esta historia esteja fiel ao que aconteceu realmente. Nosso raciocínio nos diz que ela foi suprimida ou alterada para o magico e maravilhoso, como era comum enaltecerem naquela época. O que aconteceu então?... 
 Estávamos neste impasse, pois já íamos contraditar os escritos quando fomos “salvos” por um irmão que se manifestou em nosso meio dizendo: “Hoje sabemos que os animais “sentem” (ou veem?) os Espíritos e neste caso eles, ao “avistarem” (ou sentirem) a Legião, se assustaram e na corrida louca, caíram no precipício”.  Bem, de qualquer maneira “devo” tirar dela um ensinamento para nós, então, considerando-me o homem possuído direi: “Grande é minha alegria, pois eu estava perdido e fui encontrado, estava morto e revivi, estava possesso e fui libertado. Quis demonstrar a todos a minha alegria contando o sucedido, mas para meu espanto, não me ouviram”. “Grande é minha decepção. O povo não me viu com bons olhos. Estavam acostumados comigo do outro jeito e porque estou mudado, não ligaram. Talvez por necessitarem de mim como eu era, para se sentirem bons, da mesma maneira como o rico precisa do pobre para se sentir rico”. “Grande é minha decepção, porque, ao invés de acolherem aquele que tem poder  sobre tudo e sobre todos, já que até os Espíritos imundos o obedecem, o expulsaram de suas terras. Ao invés de cantarem hosanas, tiveram medo de seus próprios pecados”. “Grande é a minha decepção. Não se alegraram com minha cura, antes choraram a perda de seu patrimônio, confirmando assim, que os porcos valem mais do que eu.” Curvo-me a Vós, meu benfeitor que me maravilhaste com tua doçura, teu amor e tua amizade e, por isso, grande é minha alegria por ter sido tocado pelas vossas benditas mãos que curam as chagas dos sofredores sem querer saber quais são seus pecados.
 Para vós, querido amigo, tanto ontem como hoje, valho mais do os porcos da vida.  E nós concluímos analisando o Amor do Cristo, pois amor sem ser correspondido é doação em dobro. 

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