São Paulo de Fato

A falta de coerência de atletas politizados e milionários

Julius Kleimam comenta a nota dos atketas da seleção

Muito fogo para pouca brasa. Assim podemos definir o papelão da seleção em relação à realização da Copa América.  Eu, particularmente, sempre acreditei que eles jogariam, mas não foi isso que Casemiro deu a entender na última sexta, após a vitoria diante do Equador. Claramente os atletas tentaram boicotar a Copa América, mas esbarraram em como se posicionar politicamente seria ruim, sobretudo pelo fato da maioria nem morar aqui, o que já mostra um baita falso moralismo.

Na extrema- imprensa até se ventilou que Bolsonaro queria demitir Tite ( Todos querem) e que Renato Gaúcho seria contratado por se alinhar politicamente com o presidente . Nada mais errado, covarde e mentiroso a ser dito. Após a confirmação dos outros países, incluindo a Argentina, ficou insustentável o argumento dos Brasileiros.  Eles teriam que jogar para não ficar feio.

Na noite de ontem, confirmando a geração fraca na opinião que temos, os atletas soltaram uma nota explicando os motivos da baboseira toda. Falaram em amor à camisa, dedicação, sonhos e devoção à Seleção Brasileira. Só não foram sinceros. 

Fracos no futebol, na opinião e em outras coisas mais graves, como no pensamento político. Desde sempre, ficar em cima do muro sempre foi a mais deplorável das situações. Repúdio total à nota.

Leia a nota abaixo:


"Quando nasce um brasileiro, nasce um torcedor. E para os mais de 200 milhões de torcedores escrevemos essa carta para expor nossa opinião quanto a realização da Copa América.

Somos um grupo coeso, porém com ideias distintas. Por diversas razões, sejam elas humanitárias ou de cunho profissional, estamos insatisfeitos com a condução da Copa América pela Conmebol, fosse ela sediada tardiamente no Chile ou mesmo no Brasil.

Todos os fatos recentes nos levam a acreditar em um processo inadequado em sua realização.

É importante frisar que em nenhum momento quisemos tornar essa discussão política. Somos conscientes da importância da nossa posição, acompanhamos o que é veiculado pela mídia mídia estamos presentes nas redes sociais. Nos manifestamos, também, para evitar que mais notícias falsas envolvendo nossos nomes circulem à revelia dos fatos verdadeiros.

Por fim, lembramos que somos trabalhadores, profissionais do futebol. Temos uma missão a cumprir com a histórica camisa verde amarela pentacampeã do mundo. Somos contra a organização da Copa América, mas nunca diremos não à Seleção Brasileira."

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A falta de coerência de atletas politizados e milionários

Muito fogo para pouca brasa. Assim podemos definir o papelão da seleção em relação à realização da Copa América.  Eu, particularmente, sempre acreditei que eles jogariam, mas não foi isso que Casemiro deu a entender na última sexta, após a vitoria diante do Equador. Claramente os atletas tentaram boicotar a Copa América, mas esbarraram em como se posicionar politicamente seria ruim, sobretudo pelo fato da maioria nem morar aqui, o que já mostra um baita falso moralismo.

Na extrema- imprensa até se ventilou que Bolsonaro queria demitir Tite ( Todos querem) e que Renato Gaúcho seria contratado por se alinhar politicamente com o presidente . Nada mais errado, covarde e mentiroso a ser dito. Após a confirmação dos outros países, incluindo a Argentina, ficou insustentável o argumento dos Brasileiros.  Eles teriam que jogar para não ficar feio.

Na noite de ontem, confirmando a geração fraca na opinião que temos, os atletas soltaram uma nota explicando os motivos da baboseira toda. Falaram em amor à camisa, dedicação, sonhos e devoção à Seleção Brasileira. Só não foram sinceros. 

Fracos no futebol, na opinião e em outras coisas mais graves, como no pensamento político. Desde sempre, ficar em cima do muro sempre foi a mais deplorável das situações. Repúdio total à nota.

Leia a nota abaixo:


"Quando nasce um brasileiro, nasce um torcedor. E para os mais de 200 milhões de torcedores escrevemos essa carta para expor nossa opinião quanto a realização da Copa América.

Somos um grupo coeso, porém com ideias distintas. Por diversas razões, sejam elas humanitárias ou de cunho profissional, estamos insatisfeitos com a condução da Copa América pela Conmebol, fosse ela sediada tardiamente no Chile ou mesmo no Brasil.

Todos os fatos recentes nos levam a acreditar em um processo inadequado em sua realização.

É importante frisar que em nenhum momento quisemos tornar essa discussão política. Somos conscientes da importância da nossa posição, acompanhamos o que é veiculado pela mídia mídia estamos presentes nas redes sociais. Nos manifestamos, também, para evitar que mais notícias falsas envolvendo nossos nomes circulem à revelia dos fatos verdadeiros.

Por fim, lembramos que somos trabalhadores, profissionais do futebol. Temos uma missão a cumprir com a histórica camisa verde amarela pentacampeã do mundo. Somos contra a organização da Copa América, mas nunca diremos não à Seleção Brasileira."